Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

O Blogue que fazia falta

Modéstia à parte, este é o blogue que fazia falta.
publicado por casadasagras às 22:03
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10 comentários:
De autor a 7 de Fevereiro de 2009 às 14:18
Não me parece que este seja o Blogue que fazia falta!
Já começou da pior forma,com palavras menos adequadas, enfim é a liberdade pós o 25 d,Abril...

Moderem enquanto vão a tempo!

A não se que, este, seja do mesmo proprietário do blogue do PCP?!

Pela forma de escrita, hum, parece-me...

Por favor, não deixem comentár sujidade, nesse caso, acontece como os outros blogues fecham.

Soudaçoes


De autor a 8 de Fevereiro de 2009 às 13:49
Tantas perguntas sem resposta, senhora Vereadora Fátima Moreira!
Espero que me responda para o e-mail às perguntas que lhe tenho feito!

Soudações culturais

João Gonçalves


De autor a 9 de Fevereiro de 2009 às 11:57
Senhor João Carlos.
Gostei muito.
Foi um evento muito interessante, os quadros são muito lindos.
O livro terei que o ler, depois comentarei.
Muitas felicidades.

Conceição Monteiro

Zurich


De quelhas - inspirador a 9 de Fevereiro de 2009 às 13:46
Pequenas amostras de Obras D; Arte, inacabadas…
do inspirador “Quelhas”

(Circulo Secular da Vida & Eixo Campestre com Vida).

"VIDA" pela recuperação de peças centenárias que vão dar lugar à iluminação. Inspiradas sem imitações nas obras de (Jorge Campos)

"Circulo Secular da Vida"

peça circular em pedra, talvez, com muitos séculos!

"Eixo Campestre com vida"

peça de lavoura em madeira, talvez, com mais de um século!

Caros amigos, estava a trabalhar no sentido de expor na exposição aberta na Póvoa de Lanhoso e outras! Duas esculturas, feitas através de material camponeses e eléctrico (antigo) trabalhado com a imaginação de um inspirador.

Deixei as duas obras inacabadas com muita pena e parti para a Suíça. De qualquer forma talvez não se perca nada, uma vez que na Póvoa de Lanhoso e em Portugal nunca se deu grande importância a quem faz algo pela cultura.

Cultura não é o poder político pegar nos autores, e através deles terem galardões, entrevistas nos jornais e outras coisas mais, que esse o pessoal que faz cultura só serve para isso, fazer algo cultural e os outros é que fazem a cultura em nosso nome.

Sempre assim foi e há-de ser, lamentamos com certeza todos nós, que fazemos por ser reconhecidos e não vale de nada, vale mais a cultura falada e escrita, que as próprias obras culturais mesmo sem se verem...

Desculpem, mas é verdade que, vivemos esta realidade dos factos, e, contra a verdade dos factos não há factos!?

“Quelhas”



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"Terras das (Marias) da Fonte ou fontanário... história cm histórias"

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"O livro da criança"

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De http://inovalar.blogspot.com/ a 10 de Fevereiro de 2009 às 13:15
Três fábricas numa, a dita CARFER, Filzende e a Fenac.

Quando li que, a CARFER fechou os portões fiquei pasmado! Então se uma fabrica daquele calibre, isto referindo-me e recuando uns cerca de 20 anos, altura que conheci bem as instalações, meu Deus! No Grande portão de entrada estava e está situada a cabine dos Porteiros, naquela altura dos Securitas da Sindano-Braga. Era naquele preciso local onde era o meu atelier de trabalho, trabalho por turnos, onde era porteiro, telefonista e vigilante das três grades fabricas incorporadas numa só, até tínhamos cães de Guarda que só deixavam de noite entrar os securitas pela farda, estas três fabricas tinham todas elas diferentes tarefas. Era ali naquela entrada que, os trabalhadores chegavam ao trabalho às centenas pedalando de bicicleta, maior parte deles vinham da zona marítima de Esposende e uns quantos vinham do lado de Barcelos. Era ali precisamente naquele sitio que decorávamos o numero da chave de cada funcionário e o rosto do mesmo, portanto todos passavam na hora de chegada e saída pelas nossas mãos, impressionante as centenas de pessoas que trabalhavam ali, como disse a maior parte vinham de bicicleta, muitos de motorizada e poucos de automóvel. Existiam então três fábricas numa, a dita CARFER, Filzende e a Fenac, custa-me a acreditar! Já não me admira que, Póvoa de Lanhoso esteja desertificada! Agora Esposende tinha Bué de industrias, assim como Barcelos que também tem vindo a fechar muitas delas, algumas que aliás também fiz serviço para a mesma firma da Sindano, onde passei lá noites de Natal e passagem de ano, aniversario e outros. Outros tempos! Acrescentar a isto, quando por lá esteve teve um acolhimento generoso, amigo e confortável, conheci a mãe do ex. secretário Miguel Cadilhe que, me deu acolhimento na casa dela, a senhora vivia sozinha. Depois em casa de meu primo do Cantinho, Ernesto Gonçalves, proprietário de duas farmácias na cidade de Barcelos. Era principalmente nessa noites que, eu escrevi muitos dos textos e pinturas que saíram para os meus livros, por isso eles são muito reais, nítidos e verdadeiros... Enfim boas recordações que, hoje aqui trago e que ao mesmo tempo fiquei triste pela notícia aqui vincada. De quem será a culpa, da crise ou de Sócrates? Terá ele as costas largas? Ou serão os empresários que tantas e tantas vezes lutaram com suor em pobres, e agora de ricos baldaram-se com a mesma riqueza que adquiriram!? Onde isto vai parar...

Um abraço aos leitores.

QUELHAS


De hi5 mariadafonte@sapo.pt a 10 de Fevereiro de 2009 às 15:51
É sempre bom conhecer novos pintores escultores e escritores como Quelhas e Jorge Campos.
Foi muito bom estar presente numa apresentação de: O livro da criança, como numa exposição na LusoLivro
Espero que tenham os maiores sucessos
Felicidades para todos vocês

David Bastos

Zurique


De de hi5 inspiracaodoautor@sapo.pt a 11 de Fevereiro de 2009 às 18:30
Promover artistas é preciso, (sejam eles quem for ou domínio que sejam.)

Hoje em dia o poder político, comunicação social e público em geral , a nível local e nacional, só dão louvores aos artesãos, escritores, dançarinos, músicos, e outros, somente depois deles terem ganho um prémio por mérito próprio, ou depois mesmo de eles terem morrido!

“Como artista que o é, seja de que condição for, já o é, antes de o ter sido” …

Mas é preciso divulgar-lhes a sua capacidade, porque não vasta saber!
È preciso também dá-lo a conhecer a nível pelo menos local, para depois ele ser projectado para mais longe, talvez através de alguém que veja essa divulgação.
Vejamos: Ontem ninguém apoiou a filigrana, hoje e porque os artesãos por suas próprias pernas lutaram, e chegaram ao topo com prémios, amanha vão leva-los ao colo!
Há uns tempos um artista plástico povoense, ganhou o primeiro prémio na participação numa exposição colectiva, mas ele é que se moveu sozinho!
Um dia destes um musico povoense, ganhou um prémio de mérito, ficou a ser mais conhecido por sua própria iniciativa!
Agora destacou-se outro povoense, em dança de salão, apurado para a final do campeonato do mundo por mérito próprio!
O Paixão Bastos só foi elogiado após longos anos depois de ter partido, com biografia, como escritor, jornalista e político!
Como vêem existe muitas gentes artista, que serviriam para promover a região, no turismo e na cultura, nos seus próprios interesses culturais e outros.
Amigos da politica, rádio, jornais, “amigos intelectuais”, pessoas de bem e do domínio, façam mais alguma coisita por os artistas em geral do nosso concelho, pela cultura, pelo turismo, pela apoio moral e cívico, pelo prazer de ajudar à promoção dos criadores, (sejam eles quem for ou domínio que sejam.)
É caso para dizer, o merecimento é de cada um, cada um por si, mas não deveria ser assim!?
Os artistas têm que ser apoiados pela sociedade, e não serem descriminados de certa forma por muita gente em geral.
Devem apoia-los em vida, não em morte, que depois de morrer, como diz o “Autor”, não precisamos duma estátua, assim como a nossa Maria da Fonte!
Essa teve galardões mesmo sem ter identidade definida, aqui o que interessou foi arranjar um nome para a história, igualmente como um juiz arranjar um réu…
Mas o que está em causa não é dar um nome, mas sim ter um nome, e, promover esse mesmo nome, artisticamente.
Mas estou certo que, (como diz o “Autor” por outras palavras, um dia vamos estar todos mais unidos, mas conto com a ajuda de todos, principalmente de vocês caros amigos…

...Um dia irei fazer tudo para que se juntem todos os artistas povoenses, desde o pintor ao poeta e ao jornalista, e fazer uma associação para divulgar as nossas inspirações que estão de certo modo esquecidas no tempo...

“Quelhas”; Um literato ocasional, o homem, o inspirador, o escritor, o poeta, o jornalista, o crítico, o artista, o dramaturgo, o cómico, enfim, uma figura diversificada! Quer queiram quer não…

João Carlos Veloso Gonçalves “Quelhas”

http://inovalar.blogspot.com/


De de hi5 olivrodacrianca@sapo.pt a 11 de Fevereiro de 2009 às 18:32
Alguns artistas da terra da Maria da Fonte, em geral, são esquecidos no tempo, porque alguém domina a D. a Fátima, Vereadora a Câmara da Póvoa de Lanhoso.

Por menos bons ou menos reconhecidos, aqui ou ali, seja a arte que desenvolvam, deveriam ser os pioneiros a serem projectados pelo reconhecimento autárquico.

Mas não! Primeiro, os autores do mês, são os conceituados e conhecidos escritores, depois são os escritores mortos, e, agora alguém, escritor que, que, não é genuíno da terra da Maria da Fonte!?

Quem selecciona esses autores, o Doutor Paulo Freitas ou outra pessoa ligada à Biblioteca ou cultura!?

Nem respostas concretas dão!?

Estou à espera!


João Gonçalves

http://olivrodacrianca.blogspot.com/


De xeco a 12 de Fevereiro de 2009 às 12:23
Autor do Mês Norton?!...

TINHA VERGONHA, É VERGUNHUSO, SÃO VERGUNHOSOS...

Depoi deste tal escritor Norton desaparecer com o Foral, ainda teem coragem de o por a Autor do Mês?

Afinal um tipo que, nem é de cá, como foram na cantiga dele, e, deixa-lo levar o Foral para estudo!!!

As forças políticas do nosso concelho, aquelas que já foram e aquelas que ainda exercem, devem ter uma resposta para mim.


De Jorge Campos a 12 de Fevereiro de 2009 às 12:26
Portugal sem fronteiras

É para mim Jorge Campos um prazer estar fora de Portugal juntamente com artistas da mesma terra.
Agradeço à LusoLivro em Zurich, ao Quelhas e a todos os outros artistas que tiveram as suas obras presentes.
Primeiro é sonho da nossa vida, depois é a vida num sonho.



Jorge Campos
Artesão – Artista Plástico

Zurich


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