Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012
Contribuam. O homem precisa.
Correm por aí umasa colectas a favor do prof. Aníbal. P.F. contribuam. O homem precisa. Se cada porugûes contribuir com um cêntimo - não custa muito - são 100.000€. Não é muito. Mas é uma ajuda. Vamos a isso.
Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011
Prometo Voltar
Tenho andado arredio do blog. Mas, em breve, prometo voltar.
Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011
As gorduras, sempre as gorduras
Para Passos Coelho e toda a sua camarilha do PSD, nomeadamente os múltimos mnegafones que tem distribuídos pelas rádios e televisões, o Estado era muito fácil de gerir. Era cortar nas gorduras e nas mordomias, sem afectar a qualidade dos serviços publicos - contas feitas e estudos efectuados - 1500 a 1700 milhoes de poupança mensais, 18.000 milhões por ano, era a redução da TSU, era a redução da taxa de juro a Portugal, o que aconteceria logo que fosse eleito um governo do PSD, pois os mercados estavam ávidos de um governo do seu partido, no qual confiavam plenamente, era por a economia a crescer 3% ao ano.
Só que nunca Passos Coelho e seus compinchas disseram onde estavam as gorduras para cortar, nunca demonstraram que a redução drástica da TSU não colocava em causa o equilibrio da Segurança Social, nunca aduziram razões para que os mercados depositassem essa confiança cega no PSD, nunca explicaram como é que se colocava a economia a crescer 3% ao ano.
O resultado está à vista.
O Pais piorou e muito. Mas Passos Coelho e os seus, passaram a ter acesso ao pote. Não era esse o seu grande objectivo?
A nível concelhio, a situaçãpo é idêntica. ambém por cá as pessosas acreditaram em todas as promessas e mais algumas. Mas só para os amigos e correlegionários têm sido distribuídos os subsídios, os empregos, as vantagens e as prebendas.Neste caso, a situação é ainda pior, pois além do sórdido comportamento bebido do PSD nacional, acresce, ainda, uma pitada não dispicienda, de jardinismo.
Mas eu não sou culpado. Não votei neles.
Quarta-feira, 31 de Agosto de 2011
As gorduras, senhores!! As gorduras...
Passos Coelho foi Madrid para, a partir da capital espanhola, anunciar mais impostos. O espantoso é o anúncio em catadupa de novos impostos, a esmo, sem dó nem piedade, quando, enquanto líder da oposição, martelava na tecla que mais impostos nem pensar. O que era preciso era cortar nas gorduras do Estado. Anunciou, inclusive, que tinha identificado onde cortar, de imediato, 1.500 milhões de euros mensais, sem afectar as funções do estado e sem diminuir os serviços prestados e a sua qualidade. Era cortar nos gabinetes, nos automóveis, nos assessores, nas mordomias.
Pois bem, passados quase 3 meses, o anúncio de novos impostos e o corte de regalias sociais, tem sido quase diário. Quanto à gordura do Estado, nem uma simples talisquinha para amostra. Mas foi este Governo que os Portugueses quiseram. Assim o têm.
Quanto ao TGV, eram só certezas. Agora é um mundo de dúvias. Vai adiar para voltar a estudar. De facto, chegou cedo demais ao governo. Ainda tinha tanto que estudar!...
Já agora: e o desvio colossal da Madeira?! Se não fosse a troika a descobrir-lhes a careca, a coisa ia passar encoberta. E passos Coelho até teve a lata de dizer que já era conhecido e que a sua cobertura já se encontrava assegurada. Pois é, cortou-nos 50% do subsídio de Natal, mas não nos disse que eram para cobrir as tropelias e os desmandos financeiros do inimputável Jardim. Os Cubanos do" Contenente", que paguem a crise. Isto é que é governar para o Povo e em nome do Povo.
Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011
O Ministro da Propaganda ao Ataque
O Ministro da propaganda, Miguel Relvas, qual Goebbels à portuguesa, apresentou-se na Assembleia da República, com umas pastas contendo umas tantas facturas, que segundo próprio não se encontravam contabilizadas, por parte do IDP, cujo valor ascende a cerca de 7 milhões de euros.
Independentemente da veracidade do facto, que desde já coloco em dúvida, pois não é crível que algum forncedor estivesse 5, 6 ou 7 anos à espera para cobrar a factura de um fornecimento, o que verdadeiramente me espanta é a criatura ter levantado o problema de modo tão espalhafatoso, sem primeiro ter pedido explicações aos responsáveis anteriores pela gestão do Instituto. Em qq organização, em que coisas destas aconteçam, primeiro procura-se esclarecer internamente o que se passou e só depois, então sim, se avança com auditorias externas, processos disciplinares e /ou processos crime para responsabilizar quem o deva ser. E, convenhamos, sempre que se apurem irregularidades, devem ser também apuradas responsabilidades.
Aqui o carro andou à frente dos bois (ou do boi, para a hipótese do carro em vez de cabeçalha, com os dois animais ajoujados um de cada lado , ser provido de dois varais que entre eles enquadram a respectiva canga e o animal tirante), primeiro assacaram-se responsabilidades, agora busca-se a irregularidade.
Curiosamente, nunca ouvi o Ministro da propaganda referir-se, criticando-a, à camarilha PSD que tanto sacou do BPN, nem agora, fazer referência alguma ao déficit da Madeira, em que o A.João, gastando à tripa forra, esbanjouno primeiro semestredo ano mais 277 milhões do que o orçamentado, e que os "cubanos do Contenente" mais uma vez vão ter de pagar, não se livrando, ainda por cima, duma caterva de insultos em que o sujeito é pródigo e o PSD do Continente aplaude com um sorrizinho amarelo nos lábios. Pode estar descansado, caro Alberto João, Passos Coelho vai assinar o cheque e ainda vai dar-lhe uma palmadinha nas costas de agradercimento, pelas vitórias que tem dado ao PSD. Continue a sacar. Passos Coelho está disponível e a TROIKA não se opõe. Afinal, custa alguma coisa apôr a assinatura num cheque. Não, não custa! Então porque não se há-de ajudar um amigo e correligionário, que ainda por cima ganhsa eleições? Os cubanos que paguem a crise.
Sábado, 6 de Agosto de 2011
Gente Muito Pequenina.
É sabido como têm sido dolorosos os últimos dias para o ex primeiro ministro JosÉ Sócrates. Em 15 dias perdeu o pai e o único irmão, visto que a irmã também já tinha falecido há alguns anos. A mãe, sabe-se, que se debate com graves problemas de saúde. É espantoso que tratando-se do ex. primeiro ministro de Portugal, que exerceu o cargo durante seis anos e o deixou há pouco mais de um mês, nem o Governo, nem o Presidente da República, se tenham feito representar nos funerais, nem tenham emitido qq nota de pesar e de solidariedade. Há poucos dias realizou-se, no Porto, o funeral de um cidadão português falecido em Londres, que tendo tido o seu papel, certamente importante, nas áreas de actividade em que se envolveu, como tantos outros cidadãos nacionais,de resto, mas sem que tenha representado qq papel institucional, pois tanto o primeiro ministro como o presidente da República estiveram presente no funeral. Neste caso, mais do que fazerem-se representar, os próprios participaram directamente e em pessoa. Agora não. Assobiaram para o lado e ignoraram o facto. O ressabiamento político é de tal ordem, que nem sequer souberam cumprir um dever de ética institucional. Gente muito pequenina, ao fim e ao cabo.
Sexta-feira, 5 de Agosto de 2011
Grande Preocupação
Reina grande preocupação nas Associações de Bombeiros, pois teme-se que o Grupo Parlamentar do PSD - e porque não, tambem os cidadãos anónimos -, desatem a fazer chamadas para as Corporações, para testar o tempo de reação e, eventualmente, de chegada ao sinistro.
Não se justifica, no enanto, tal preocupação. Serão, apenas, chamadas teste.
Transparência
Os partidos da oposição, requereram a audição parlamentar da C.G.D e dos concorrentes preteridos no caso da reprivatização do BPN.
A maioria de direita opôs-se. Receou que se soubesse averdade toda.
Isto é que é transparência!
Domingo, 31 de Julho de 2011
O País está a saque. A Venda do BPN é disso o melhor exemplo
O Governo vai entregar ao Engº Mira Amaral e a mais quem este representa, como pura liberalidade, o montante de 510.000.000€ (por extenso: quinhentos e dez milhões de euros), visto ter acordado a venda do Banco BPN por 40.000.000€, sim, apenas 40 milhões, mas com o compromisso de recapitalização prévia do Banco pelo montante de 550 milhões, ou seja, o Governo entrega o Banco e mais 510 milhões de euros em dinheiro vivo.
Sempre estive convencido que o PSD só pretendia o poder para distribuir benesses pelos seus. Mas nunca pensei que fosse de um modo tão escandaloso.O que estamos a assistir, ultrapassa tudo quanto se possa imaginar. É um verdadeiro atentado ao patrimóinio nacional e um verdadeiro assalto ao bolso dos contribuintes.
Não falo sequer das nomeações em catadupa que se têm verificado na generalidade dos ministérios,onde a única qualificação verdadeiramente importante é o cartão laranja, tudo em contradição com as promessas eleitorais e com a postura do PSD enquanto oposição, para além de um sem número de trapalhadas e trapacices, que seria fastidioso trazer aqui.
Quero referir-me apenas a três situações muito concretas.
A primeira, foi ter abdicado das golden shares nalgumas empresas nacionais de carácter estratégico, não que pudesse mantê-las, pois havia um Acordão do Tribunal das Comunidades que impedia o Estado Português, enquanto entidade reguladora e fiscalizadora, em manter esse privilégio, privilégio que valia milhões. Todavia, podia alienar essas acções, portadoras de tais direitos, a um accionista de referência,nacional de preferência, pois nada impede a existência de acções com direitos especiais. O que não é permitida é a sua detenção por parte do Estado. O Governo Portugûês decidiu, assim, dar um bónus aos accionistas, a maioria deles estrangeiros. Depauperou a Fazenda Nacional e desfez-se de um bom estratégico sem qualquer contra-partida.
A segunda, tem a ver com a nomeação da Administração da Caixa. Nunca as Administrações da Caixa tiveram mais de sete elementos. Agora que a Caixa, porque o Governbo assim o determinou, vai vender todas os seus activos cujas áreas de negócio não se encontrem centradas, exclusivamente, na actividade bancária, como sejam os seguros e a saúde, o nº de Administradores passou para onze. Bravo! Todos com cartão laranja ou do parceiro de coligação.Era preciso arranjar qualquer coisa para esta malta!.. Os mais pobres que paguem a crise.
Mas a cereja em cima do bolo estava reservada ao BPN. Um verdadeiro desastre em termos de gestão do património público, tanto mais que para além dos 550 milhões que o Estado vai préviamente injectar, ainda vai ter de pagar as indemnizações de cerca de 1000 (mil trabalhadores), cujos contratos de trabalho o adquirente não assume).
O negócio é tanto mais escandaloso quando se sabe que havia um grupo de investidores que se proponha pagar 100 milhões e manter o quadro de pessoal.
Há no entanto e a meu ver, uma questão de fundo que torna a percepção de tudo isto muito mais fácil. Através do BPN, meio PSD sacou quanto pode até tornar inevitável a sua nacionalização - até o Cavaquinho, de modo indirecto, de mansinho e pelos vistos legal, lá foi buscar a sua fatiazinha -, havia por isso necessidade de contemplar o outro meio, o que está a acontecer agora por diversas formas, de que a Caixa e o BPN são meros exemplos.
Acreditem, porém, que a procissão ainda vai no adro.
A propósito: sabem quem é o Engº Mira Amaral? Para além de ter sido ministro de Cavaco, também ele foi Administrador da Caixa Geral de Depósitos durante, creio, 15 meses, tendo saído no fim desse período, com uma pensão, se me não engano, de 18.000€.
São estes que o Governo de Passos Coelho e Paulo Portas querem proteger.
Pena é que grande parte das vítimas, tenham votado nos seus carrascos.
Mas a vida é assim. Prenhe de surpresas.
Terça-feira, 5 de Julho de 2011
Um Exemplo de Coerência
A história é simples de se contar. Quando o anterior governo tentava mecher na receita, o PSD, Passos Coelho e os seus acólitos, muito bem distribuídos pelos vários canais de televisão e outros meios de comunicação social, faziam abanar o Carmo e a Trindade, clamando aos quatro ventos contra a gordura do Estado. Temos um Estado gordo. Devem ser feitos cortes radicais na despesas. Nada de ir ao bolso dos portugueses buscar mais impostos.
Pois bem: o homem tomou posse, esqueceu as gorduras do Estado, nas quais não mecheu, e toca a assaltar o bolso dos portugueses.
Isto é que é coerência.